terça-feira, 22 de setembro de 2026
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Anac apura histórico de transporte clandestino em helicóptero envolvido em acidente no Rio.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) instaurou procedimento para verificar se um dos helicópteros envolvidos na colisão aérea que vitimou seis pessoas no último domingo (14), no Rio de Janeiro, operava de forma clandestina. A aeronave, de prefixo PP-MAC, já era alvo de monitoramento pelo órgão regulador. Em nota técnica, a Anac informou que […]

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Por Paulo Pinheiro 15 de junho de 2026 às 20:52 · 2 min de leitura

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) instaurou procedimento para verificar se um dos helicópteros envolvidos na colisão aérea que vitimou seis pessoas no último domingo (14), no Rio de Janeiro, operava de forma clandestina. A aeronave, de prefixo PP-MAC, já era alvo de monitoramento pelo órgão regulador.

Em nota técnica, a Anac informou que o helicóptero PP-MAC foi incluído em sua lista de vigilância após denúncias de transporte aéreo irregular recebidas em 2025. O processo incluiu autuações por recusa de prestação de informações à agência. Apesar das ações de fiscalização realizadas entre 2025 e 2026 em nove aeródromos cariocas — que abrangeram 43 aeronaves e 47 tripulantes —, o aparelho em questão não foi localizado pelas equipes de controle na ocasião.

O acidente ocorreu durante a manhã na zona sudoeste da capital fluminense, nas proximidades da Avenida das Américas, no bairro Recreio dos Bandeirantes. As duas aeronaves colidiram e precipitaram-se sobre o estacionamento de uma concessionária de veículos elétricos, deflagrando um incêndio que comprometeu ao menos 20 automóveis. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 8h59 para o atendimento à ocorrência.

As autoridades civis dão continuidade à investigação sobre as causas da colisão. O trabalho pericial foi concluído no local e os agentes aguardam agora o laudo técnico do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão vinculado ao Comando da Aeronáutica responsável por elucidar as circunstâncias dinâmicas do evento.

Entre as vítimas fatais, foram confirmadas as identidades do produtor musical Lucas Brito Chaves, dos pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac, e dos cidadãos argentinos Gaspar Prim — influenciador digital conhecido como Gaspi — e Lucas Vignale, diretor de videoclipes. As autoridades seguem com os trâmites para a identificação oficial do músico norte-americano Nickel Oliver Tree, de 32 anos. O Instituto Médico-Legal (IML) já realizou a coleta de material genético para viabilizar o reconhecimento.

Fonte: Agência Brasil.

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