sábado, 7 de novembro de 2026
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Caso que chocou o País: Bebê de 10 meses morre após violência sexual em Fortaleza; dois suspeitos são presos em flagrante.

Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante nesta segunda-feira, 13, sob a suspeita de estupro de vulnerável seguido de morte de uma bebê de dez meses. O crime ocorreu no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza (CE). A mãe da criança, que estava na residência durante o ocorrido, declarou às autoridades ter […]

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Por Paulo Pinheiro 16 de julho de 2026 às 15:21 · 2 min de leitura

Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante nesta segunda-feira, 13, sob a suspeita de estupro de vulnerável seguido de morte de uma bebê de dez meses. O crime ocorreu no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza (CE). A mãe da criança, que estava na residência durante o ocorrido, declarou às autoridades ter acreditado inicialmente que a filha sofria de um engasgo.

Segundo os relatos, a mãe acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Diante da demora no atendimento de emergência, ela encaminhou a bebê, por meios próprios, a uma unidade de saúde local. No hospital, a equipe médica constatou os sinais evidentes de violência sexual. A criança não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve o óbito atestado na unidade.

Os suspeitos detidos foram identificados como Francisco Ray Rodrigues Magalhães, 22, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, 26. De acordo com informações preliminares da investigação, Francisco mantinha um relacionamento casual com a mãe da vítima; Roberto é primo do primeiro suspeito. Ambos foram conduzidos à delegacia e autuados.

A Polícia Civil e a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) prosseguem com o inquérito e aguardam a conclusão do laudo da Perícia Forense, peça técnica indispensável para esclarecer a materialidade e a dinâmica exata do crime. Outras pessoas ligadas ao caso também foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos.

Defesas

A representação legal de Francisco Ray declarou, em nota, que o suspeito colabora com as investigações e forneceu material genético de forma voluntária. A defesa sustenta ainda que ele não se encontrava no mesmo cômodo em que a bebê dormia na ocasião do crime. A reportagem não localizou a defesa de Roberto Levy Oliveira Magalhães para manifestação.

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