quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Baianas fazem história e conquistam títulos inéditos no boxe e no kickboxing internacional.

Em feitos inéditos para o esporte brasileiro, as lutadoras baianas Elissandra Santos e Carol Sousa conquistaram títulos internacionais no boxe e no kickboxing. A soteropolitana Elissandra, de 17 anos, sagrou-se campeã do Mundial Sub-19 de Boxe, em Montenegro. Já a veterana Carol Sousa faturou o cinturão profissional pan-americano da Organização Mundial das Associações de Kickboxing […]

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Por Paulo Pinheiro 29 de outubro de 2026 às 10:51 · 2 min de leitura

Em feitos inéditos para o esporte brasileiro, as lutadoras baianas Elissandra Santos e Carol Sousa conquistaram títulos internacionais no boxe e no kickboxing. A soteropolitana Elissandra, de 17 anos, sagrou-se campeã do Mundial Sub-19 de Boxe, em Montenegro. Já a veterana Carol Sousa faturou o cinturão profissional pan-americano da Organização Mundial das Associações de Kickboxing (WAKO), no Uruguai.

A conquista de Elissandra Santos ocorreu em Budva, Montenegro, durante o Campeonato Mundial Sub-19, evento que reuniu 474 pugilistas de 69 países. Para alcançar o topo do pódio, a baiana superou adversárias da Alemanha e da Irlanda nas fases eliminatórias. Na decisão, venceu por decisão unânime dos juízes a japonesa Hiyori Miki. O resultado torna Elissandra a primeira atleta do Brasil — entre homens e mulheres — a obter o título mundial da categoria. Acumulando marcas expressivas na carreira de base, a pugilista já ostenta cinco títulos baianos, três nacionais e o vice-campeonato sul-americano.

Paralelamente, em Montevidéu, Uruguai, Carol Sousa fez história ao tornar-se a primeira brasileira a vencer o Pan-Americano Profissional da WAKO. Representando o País em um desafio internacional contra a seleção uruguaia, a lutadora enfrentou a anfitriã Lúcia Estremil na categoria K1 Style (até 65 kg) e garantiu a única vitória da delegação brasileira no evento.

A vitória de Carol veio por decisão unânime da arbitragem, com direito a dois knockdowns aplicados sobre a oponente ao longo do duelo. A atleta disputou o combate sob recuperação física, após ter sofrido um estiramento no ligamento colateral medial do joelho esquerdo a apenas oito dias da luta. Hexacampeã brasileira e pentacampeã pan-americana, Carol atribui a viabilidade de sua preparação e deslocamento ao suporte concedido por programas estaduais de incentivo ao esporte, como o FazAtleta e as concessões de passagens da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb).

As conquistas reforçam o destaque da Bahia no cenário das artes marciais de alto rendimento, evidenciando o impacto de políticas de fomento no desempenho de atletas em competições globais.

Fonte: GOV.BA

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