Operação policial mira rede de exploração sexual infantil no Paraná e em São Paulo.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em ação coordenada com a Polícia Civil de São Paulo e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou nesta quarta-feira, 22, uma nova etapa da Operação Conexão Encerrada. A ofensiva teve como foco desarticular um grupo criminoso dedicado ao armazenamento e ao compartilhamento de material de exploração […]
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em ação coordenada com a Polícia Civil de São Paulo e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou nesta quarta-feira, 22, uma nova etapa da Operação Conexão Encerrada. A ofensiva teve como foco desarticular um grupo criminoso dedicado ao armazenamento e ao compartilhamento de material de exploração sexual infantojuvenil na internet.
As investigações começaram no município de Palmas, no sul paranaense, após a prisão de um homem pelo crime de estupro de vulnerável. A partir da análise dos dispositivos apreendidos, peritos rastrearam vestígios digitais que levaram à identificação de outros suspeitos que integravam a rede de difusão de pornografia infantil.
Durante as diligências, as autoridades cumpriram mandados de busca e apreensão em ambos os Estados. Em São João da Boa Vista, no interior paulista, um dos investigados foi preso em flagrante depois que a polícia localizou arquivos ilícitos armazenados em seu aparelho celular. De forma simultânea, agentes realizaram novas buscas em Palmas para reunir evidências adicionais e mapear a extensão do esquema.
A ação contou com o suporte do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), unidade ligada à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). O núcleo de inteligência atuou na análise dos dados, rastreamento das atividades no ambiente digital e identificação de padrões que subsidiaram o trabalho da polícia judiciária.
Os envolvidos são investigados por infrações aos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que criminalizam a divulgação, o compartilhamento e o armazenamento de cenas de abuso ou exploração sexual de menores.
Fonte: MJSP