sábado, 20 de junho de 2026
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Prefeitura de Alagoinhas fornece análise gratuita de solo para impulsionar a agricultura familiar.

A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Ambiental (SDRA) de Alagoinhas entregou nesta segunda-feira, 15, os primeiros 48 certificados de análise de solo a produtores da região. A ação, inédita no município, integra o programa Campo Forte, Campo Feliz e tem como objetivo fornecer um diagnóstico técnico para orientar a correção do terreno, visando ao aumento […]

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Por Paulo Pinheiro 15 de junho de 2026 às 19:26 · 2 min de leitura

A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Ambiental (SDRA) de Alagoinhas entregou nesta segunda-feira, 15, os primeiros 48 certificados de análise de solo a produtores da região. A ação, inédita no município, integra o programa Campo Forte, Campo Feliz e tem como objetivo fornecer um diagnóstico técnico para orientar a correção do terreno, visando ao aumento da produtividade na agricultura familiar.

A entrega dos laudos ocorreu na sede da União das Associações Rurais de Alagoinhas (UARA) e atendeu inicialmente trabalhadores de cinco comunidades: Vila São João, Saco da Lagoa, Papagaio, Milagres e Rio Branco. Com os resultados em mãos, os agricultores recebem as diretrizes exatas sobre o que a terra demanda para atingir seu potencial ideal de cultivo. A pasta prevê, nas etapas seguintes, a distribuição de calcário para as propriedades cujo laudo indicar a necessidade de correção de acidez.

O procedimento tem início direto nas lavouras. Segundo o técnico agrícola Fernando Silva, encarregado das coletas nas comunidades, as amostras extraídas das propriedades são encaminhadas a um laboratório especializado, que emite os relatórios detalhados. Esse rigor técnico assegura que a prescrição de insumos seja exata e adequada à realidade de cada lote.

Para o titular da SDRA, Djalma Santos, a oferta gratuita do serviço funciona como uma ferramenta estratégica de planejamento agrícola. O secretário ressalta que o amparo técnico permite ao pequeno produtor reduzir perdas, otimizar custos e garantir um ciclo de colheita mais sustentável. A perspectiva do órgão, de acordo com o diretor Jessé Bico de Pena, é ampliar a cobertura e atingir a marca de 300 análises concluídas até o final deste ano.

Na ponta do processo produtivo, a assistência preenche uma demanda histórica do setor. Renilda Costa, presidente da Associação de Agricultores da Comunidade do Rio Branco e uma das beneficiadas, avalia a certificação como uma conquista estrutural. Para ela, o investimento direto em tecnologia e diagnóstico fortalece a atividade e confere segurança às famílias que dependem exclusivamente do trabalho no campo.

Fonte: SECOM Alagoinhas.

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