Com 25 anos de carreira, tenente-coronel assume comando do Batalhão Marítimo na Bahia.
SALVADOR – No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a trajetória da tenente-coronel Patrícia Torreão ganha destaque na Secretaria da Segurança Pública (SSP) da Bahia como símbolo de ascensão feminina em áreas operacionais. Com 25 anos de serviço público, a oficial comanda atualmente o Batalhão Marítimo (BMAR) do Corpo de Bombeiros, […]
SALVADOR – No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a trajetória da tenente-coronel Patrícia Torreão ganha destaque na Secretaria da Segurança Pública (SSP) da Bahia como símbolo de ascensão feminina em áreas operacionais. Com 25 anos de serviço público, a oficial comanda atualmente o Batalhão Marítimo (BMAR) do Corpo de Bombeiros, unidade estratégica responsável pela prevenção e salvamento aquático no Estado.
A nomeação para o comando do BMAR consolida uma carreira pautada pelo binômio entre formação acadêmica e experiência de campo. Médica graduada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com mestrado em Ciências Ambientais, a oficial iniciou sua jornada militar na Polícia Militar, onde serviu por uma década antes de migrar para o Corpo de Bombeiros.
Trajetória e gestão
A transição entre as corporações permitiu que a tenente-coronel acumulasse vivência tanto em unidades especializadas quanto no policiamento ordinário. No Corpo de Bombeiros, sua atuação transitou entre a gestão administrativa e a linha de frente operacional, o que fundamenta sua atual liderança no policiamento e resgate em áreas litorâneas e ribeirinhas.
Para a SSP, o perfil de Patrícia Torreão reflete uma mudança gradual na estrutura das forças de segurança, onde a competência técnica e a longevidade na carreira têm aberto espaço para mulheres em postos de decisão e comando de tropas especializadas.
Desafios operacionais
Sob sua responsabilidade está o Batalhão Marítimo, uma unidade que exige prontidão constante e domínio de técnicas de salvamento em condições adversas. O comando da oficial ocorre em um momento de modernização dos protocolos de segurança pública estadual, reforçando o papel das mulheres não apenas em funções burocráticas, mas no cerne das operações de risco e proteção à vida.
Fonte: SSPBA