segunda-feira, 11 de maio de 2026
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Operação internacional prende líder de facção na Bolívia; Bahia coordena extradição.

Um dos principais chefes de uma organização criminosa com atuação em quatro estados brasileiros foi preso na madrugada de domingo, 10, na Bolívia, durante a Operação Artemis. Após a captura do suspeito e de sua esposa na cidade de Santa Cruz de La Sierra, o governo da Bahia, em articulação com a Interpol (Organização Internacional […]

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Por Paulo Pinheiro 11 de maio de 2026 às 14:18 · 2 min de leitura

Um dos principais chefes de uma organização criminosa com atuação em quatro estados brasileiros foi preso na madrugada de domingo, 10, na Bolívia, durante a Operação Artemis. Após a captura do suspeito e de sua esposa na cidade de Santa Cruz de La Sierra, o governo da Bahia, em articulação com a Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal), iniciou os trâmites legais para a extradição do casal ao Brasil.

De acordo com as investigações, o homem liderava um esquema robusto de envio contínuo de drogas e armamentos para a Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco. Ambos os detidos já possuíam mandados de prisão em aberto e vinham sendo rastreados pelo serviço de inteligência policial, que monitorou inclusive a passagem do casal pela capital boliviana, La Paz. Atualmente, os dois permanecem sob custódia no país vizinho enquanto aguardam a finalização do processo extraditório.

A ofensiva foi resultado direto de uma ampla cooperação internacional e interestadual. A ação conjunta mobilizou a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as polícias Federal e Civil, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-BA) e a unidade antidrogas boliviana, a Fuerza Especial de Lucha Contra el Narcotráfico (FELCN).

Com a neutralização do núcleo de comando da facção, as forças de segurança concentram agora os esforços na desarticulação da rede de apoio operacional e financeira do grupo. Diligências ostensivas e investigativas continuam em andamento por diversas regiões do território baiano, visando a localização e prisão de outros comparsas. As autoridades reforçam que a sociedade civil pode auxiliar os desdobramentos da operação fornecendo informações de forma totalmente anônima por meio do Disque Denúncia (telefone 181).

Fonte: GOVBA

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