segunda-feira, 27 de julho de 2026
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Megaoperação integrada cumpre 274 mandados contra o crime organizado em 16 Estados.

Em uma ofensiva para frear o avanço das facções criminosas no País, as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos) deflagraram nesta quarta-feira, 8, a Operação Força Integrada III. A ofensiva tem o objetivo de cumprir 274 mandados judiciais — sendo 93 de prisão e 181 de busca e apreensão — distribuídos de forma […]

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Por Paulo Pinheiro 8 de julho de 2026 às 15:19 · 2 min de leitura

Em uma ofensiva para frear o avanço das facções criminosas no País, as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos) deflagraram nesta quarta-feira, 8, a Operação Força Integrada III. A ofensiva tem o objetivo de cumprir 274 mandados judiciais — sendo 93 de prisão e 181 de busca e apreensão — distribuídos de forma simultânea por 16 Estados brasileiros.

Coordenada pela Polícia Federal (PF), a força-tarefa promove a integração operacional com as polícias Rodoviária Federal (PRF), Penal Federal, Civil e Militar. O foco central das investigações é desarticular o núcleo logístico e financeiro de organizações criminosas envolvidas em tráfico interestadual de drogas e armas, lavagem de capitais, homicídios e roubo de cargas.

A estratégia das autoridades para sufocar o crime organizado baseia-se no ataque em múltiplas frentes. Para garantir a eficácia, a megaoperação foi regionalizada e as ações receberam nomes específicos em cada unidade da federação, adequando-se ao perfil dos delitos investigados em cada localidade.

No Estado de São Paulo, por exemplo, a Operação Desatrela concentra-se na Baixada Santista para desmantelar um grupo especializado no roubo de caminhões. Já a Operação Argenti Lardum, que atua de forma conjunta entre São Paulo e Paraná, investiga a receptação de produtos furtados e a movimentação financeira ilícita. Na Bahia, no município de Ubaitaba, a Operação Rebojo foca na apreensão e prisão de membros de uma organização local.

Segundo a coordenação de inteligência da operação, a integração contínua entre as corporações federais e estaduais é a peça-chave do plano de segurança: o modelo permite mapear a estrutura das facções com mais precisão, visando isolar as lideranças, bloquear o fluxo de recursos ilegais e interromper definitivamente o domínio dessas redes criminosas.

Fonte: Agência Brasil

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