sábado, 19 de setembro de 2026
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Alagoinhas reforça combate ao Aedes aegypti; bairros registram alto índice de infestação.

Secretaria de Saúde alerta para resistência de moradores em permitir vistorias; Conjunto Rômulo Almeida tem o maior risco, com índice de 5,17%. ALAGOINHAS – A Prefeitura de Alagoinhas intensificou nesta semana as ações de combate às arboviroses (dengue, zika e chikungunya) em toda a zona urbana. O município executa o primeiro ciclo de visitas de […]

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Por Paulo Pinheiro 12 de março de 2026 às 09:50 · 2 min de leitura

Secretaria de Saúde alerta para resistência de moradores em permitir vistorias; Conjunto Rômulo Almeida tem o maior risco, com índice de 5,17%.

ALAGOINHAS – A Prefeitura de Alagoinhas intensificou nesta semana as ações de combate às arboviroses (dengue, zika e chikungunya) em toda a zona urbana. O município executa o primeiro ciclo de visitas de 2026, com a meta de vistoriar cerca de 90 mil imóveis, entre residências, comércios e prédios públicos.

O índice de infestação predial da cidade é de 1,08%, valor ligeiramente acima do limite de 1% considerado aceitável pelo Ministério da Saúde. Entretanto, o cenário é crítico em localidades específicas. O Conjunto Rômulo Almeida lidera o risco com 5,17% de infestação, seguido pela Urbis do Petrolar (4,84%) e pelo Parque Floresta (3,03%).

Focos e bloqueio

O gerente de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), João Luiz Teixeira, afirma que as equipes realizam “bloqueios de transmissão” sempre que são identificados casos suspeitos ou confirmados em um mesmo perímetro. A medida inclui a delimitação de raio para aplicação técnica de inseticida. “O trabalho ocorre de domingo a domingo, com foco em áreas de maior concentração, como o Centro e o Jardim Petrolar”, diz Teixeira.

Até o momento, o Centro registra o maior volume de notificações, com 61 casos, seguido pelo Jardim Petrolar, com 35. Os bairros Teresópolis e Barreiro também permanecem sob monitoramento constante.

Acesso aos imóveis

A principal dificuldade enfrentada pelos agentes é a resistência dos moradores em permitir a entrada nas casas. Segundo a Sesau, entre 75% e 90% dos focos do mosquito transmissor estão no interior das propriedades.

A recomendação oficial orienta que, além da eliminação de água parada em vasos e calhas, a população autorize a vistoria dos agentes, que trabalham fardados e identificados. Em caso de sintomas, a orientação é buscar atendimento imediato em uma unidade de saúde para que a notificação permita o envio das equipes de bloqueio ao local.

Fonte: Prefeitura de Alagoinhas

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