Ministério da Saúde abre 310 vagas para especialização em enfermagem neonatal.
Inscrições começam nesta segunda-feira (16) e priorizam profissionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; investimento é de R$ 2,6 milhões. O Ministério da Saúde publicou edital para o preenchimento de 310 vagas na Especialização em Enfermagem Neonatal. O curso, destinado a profissionais que já atuam em unidades de referência do Sistema Único de Saúde (SUS), […]
Inscrições começam nesta segunda-feira (16) e priorizam profissionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; investimento é de R$ 2,6 milhões.
O Ministério da Saúde publicou edital para o preenchimento de 310 vagas na Especialização em Enfermagem Neonatal. O curso, destinado a profissionais que já atuam em unidades de referência do Sistema Único de Saúde (SUS), receberá um investimento de R$ 2,6 milhões. O objetivo é reduzir a mortalidade infantil evitável por meio da qualificação do manejo clínico.
As inscrições devem ser realizadas entre 16 de março e 6 de abril, exclusivamente pela plataforma online SIGA-LS. A iniciativa faz parte do programa “Agora Tem Especialistas” e será executada pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, braço da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A distribuição das vagas busca corrigir gargalos históricos na assistência à saúde. Por isso, a seleção prioriza enfermeiros de três regiões específicas:
- Nordeste: 182 vagas;
- Norte: 72 vagas;
- Centro-Oeste: 56 vagas.
Do total de postos, 66% (206 vagas) são destinados a profissionais de capitais, enquanto 34% (104 vagas) atendem ao interior. O edital também prevê uma reserva de 172 vagas para ações afirmativas.
Com duração de 14 meses, a formação deve ampliar em 30% o quadro de enfermeiros neonatais especializados no SUS. Segundo o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, a medida visa fortalecer a resolutividade das redes regionais e garantir intervenções mais seguras em recém-nascidos de alto risco.
A especialização integra um esforço mais amplo da pasta na área obstétrica. No ano passado, o ministério já havia destinado R$ 17 milhões para a formação de 760 enfermeiros obstetras na Rede Alyne, com foco na Amazônia Legal e áreas remotas.
Fonte: Agência Brasil