domingo, 20 de setembro de 2026
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Apuração conjunta deve apontar falhas em explosão no Jaguaré; empresas anunciam auxílio.

A investigação sobre a explosão de uma tubulação de gás no bairro do Jaguaré, em São Paulo, deverá esclarecer as falhas operacionais que resultaram no incidente da última segunda-feira (11). A tragédia deixou um homem de 49 anos morto, feriu três pessoas e levou à interdição definitiva de cinco imóveis. Segundo o diretor institucional e […]

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Por Paulo Pinheiro 13 de maio de 2026 às 15:30 · 2 min de leitura

A investigação sobre a explosão de uma tubulação de gás no bairro do Jaguaré, em São Paulo, deverá esclarecer as falhas operacionais que resultaram no incidente da última segunda-feira (11). A tragédia deixou um homem de 49 anos morto, feriu três pessoas e levou à interdição definitiva de cinco imóveis. Segundo o diretor institucional e regulatório da Comgás, Bruno Dalcolmo, uma apuração técnica detalhada será conduzida para identificar “o que deu errado”, apesar da alegação de cumprimento dos protocolos de segurança.

Durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (13), a concessionária ressaltou possuir metas rigorosas de atendimento emergencial, mas evitou confirmar se houve alguma tentativa de evacuar a área de risco antes da detonação. Relatos de moradores da região apontam que um forte cheiro de gás era perceptível por cerca de três horas antes da explosão. Dalcolmo assegurou que as autoridades consolidarão um relatório com diagnósticos e recomendações para aprimorar os procedimentos futuros.

O trabalho no local contava com a atuação compartilhada da Comgás e da Sabesp. Samanta Souza, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da estatal paulista de saneamento, confirmou que o mapeamento do subsolo foi executado antes do início da operação conjunta. A representante, no entanto, não comentou a responsabilidade de cada empresa no desastre, destacando que as equipes atuavam em parceria desde os trabalhos preliminares.

Para mitigar os impactos imediatos, as companhias estabeleceram um auxílio emergencial de R$ 5 mil que beneficiará 232 famílias afetadas, além do fornecimento de transporte por aplicativo. Os executivos garantiram que a quantia não interfere no direito ao ressarcimento integral por danos materiais e custos de reconstrução das residências. Imóveis cujo laudo apontou gravidade menor já passam por reformas custeadas pelas empresas, que optaram por priorizar a assistência às vítimas antes de definir internamente a divisão financeira dos danos.

Fonte: Agência Brasil

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