segunda-feira, 27 de abril de 2026
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Novas faixas de renda e limites de valor do Minha Casa, Minha Vida entram em vigor.

As regras atualizadas para o financiamento de imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida começam a valer nesta quarta-feira, 22. A principal mudança inclui a ampliação do limite de renda familiar e o aumento do teto para o valor das propriedades, com o objetivo de facilitar o acesso à casa própria e readequar o programa […]

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Por Paulo Pinheiro 22 de abril de 2026 às 14:57 · 2 min de leitura

As regras atualizadas para o financiamento de imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida começam a valer nesta quarta-feira, 22. A principal mudança inclui a ampliação do limite de renda familiar e o aumento do teto para o valor das propriedades, com o objetivo de facilitar o acesso à casa própria e readequar o programa à atual realidade econômica.

Com a reestruturação, as faixas de renda mensal bruta foram reajustadas da seguinte forma:

  • Faixa 1: até R$ 3,2 mil;
  • Faixa 2: até R$ 5 mil;
  • Faixa 3: até R$ 9,6 mil;
  • Faixa 4: até R$ 13 mil.

Além dos ganhos familiares, o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados também sofreu alterações. Para os beneficiários da faixa 3, o teto da propriedade passa a ser de R$ 400 mil. Já para a faixa 4, o limite sobe para R$ 600 mil.

As medidas foram aprovadas em março pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e serão viabilizadas com um aporte de aproximadamente R$ 31 bilhões provenientes do Fundo Social.

Segundo estimativas do governo federal, a expansão deve beneficiar dezenas de milhares de famílias brasileiras. A expectativa é que 87,5 mil lares consigam acesso a financiamentos com taxas de juros mais baixas. O balanço oficial projeta ainda a inclusão de 31,3 mil novas famílias na faixa 3 e 8,2 mil na faixa 4.

A equipe técnica responsável pelas mudanças calcula que as atualizações gerem um impacto direto de R$ 500 milhões em subsídios, além de impulsionar o mercado imobiliário com cerca de R$ 3,6 bilhões em crédito habitacional. A iniciativa busca aquecer a construção civil e reduzir de forma mais efetiva o déficit habitacional no país.

Fonte: EBC

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